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Comunicação & Moedas Sociais André Miani - 08 Sep 2008
Moeda Social: Verdades e Mentiras
Recebi do meu primo Armando Miani Neto, um link da noticia “Comunidades usam moedas sociais para ajudar desenvolvimento econômico” escrita pela jornalista Laura Naime a seção de Economia do G1 do portal globo.com, que compartilha informações basicamente sobre a Rede Cearense de Bancos Comunitários como se representasse a realidade de todos os projetos de moedas sociais existentes no país.
Embora a matéria seja bem legal existem alguns equivocos ainda que a matéria tenha ficado muito boa e a intenção tenha sido a melhor de todas.
No final da matéria da Laura é mencionada alguns temas que envolve legislação que não tive tempo de investigar e por isso não estarei comentando.
Boa Leitura.
Bancos Comunitários & Comunicação & Poder Público André Miani - 02 Dec 2007
Bancos Comunitários: Outros Bancos para Outra Economia
Dia 07 de dezembro as 19h no Centro Universitário Maria Antônia, Rua Maria Antônia, 294, Vila Buarque, São Paulo, acontece um seminário, com entrada franca, para discutir o projeto de lei complementar 93/1997 da deputada Luiza Erundina que “Estabelece a criação do Segmento Nacional de Finanças Populares e Solidárias e dá outras providências.”.
Os convidados a compor a mesa são: João Joaquim de Melo Neto (Instituto Palmas), Luiza Erundina (deputada federal PSB/SP), Maria Izilda Camillo (Associação Sem Terra da Zona Norte – UMM), Representante da SENAES.
Organizam: Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da Fundação Getúlio Vargas (ITCP-FGV), Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da Universidade de São Paulo (ITCP-USP), Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da Fundação Santo André (ITCP-FSA) e o Laboratório de Extensão da Escola de Artes, Ciências e Humanidades(EACH).
Mais informações:
ITCP-USP
Telefone: 11-3091-4400
E-mail: itcp@usp.br
ITCP-FSA
Telefone: 11-4979-3360
Separei alguns pontos do PLC 93/97 que pode ser obtido na íntegra desde a biblioteca do site do FBES.
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Bancos Comunitários & Comunicação André Miani - 20 Nov 2007
Inaugurado o Banco Comunitário Quilombola
Por: Deuszânia Almeida/BB/Brasília (DF)
Na data em que se comemora o Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, o Banco Popular do Brasil e o Instituto Palmas de Desenvolvimento Socioeconômico inauguram em Alcântara (MA) o Banco Comunitário Quilombolas, primeira instituição desse gênero em comunidade quilombola do País. A iniciativa conta com a parceria da Secretaria Nacional de Economia Solidária – SENAES/MTE, do Governo do Estado do Maranhão e do Projeto de Promoção do Desenvolvimento Local e Economia Solidária do Governo Federal – PPDLES.
Pela iniciativa, cabe ao Banco Popular do Brasil disponibilizar tecnologia de alcance, equipamentos e software; recursos financeiros para linha de microcrédito produtivo orientado e produtos e serviços de microfinanças, tais como conta corrente simplificada, sem custo para abertura, sem CPMF e movimentada através de cartão de débito Visa Electron; Seguro de Vida Popular, recebimento de contas de água, de luz, de telefone, e boletos bancários, dentre outros serviços. Na inauguração, será formalizado contrato de abertura de crédito no valor de R$ 700 mil.
O Instituto Palmas é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) com sede em Fortaleza (CE). Criada em junho de 2002, a organização desenvolveu tecnologia social voltada para geração de renda em comunidades empobrecidas que oferece linha de microcrédito produtivo orientado, instrumentos de consumo local (cartão de crédito e moeda social circulante), capacitação social e profissional para homens e mulheres que desejam criar ou expandir um pequeno empreendimento produtivo de forma colaborativa, e alternativas de comercialização (feiras e lojas solidárias), promovendo localmente geração de emprego e renda para diversas pessoas.
Deu-se o nome a este sistema econômico local de Banco Comunitário, que conta com três características centrais: gestão feita pela própria comunidade; gestão e administração dos recursos; e sistema integrado de desenvolvimento local, que cria um mercado solidário e alternativo entre as famílias. Em Alcântara, a entidade gestora do Banco Quilombola será a Associação de Moradores do Povoado de Arenhengaua.
Fonte:
Revista Fator Brasil
Bancos Comunitários & Comunicação André Miani - 19 Nov 2007
Primeiro Banco Comunitário Quilombola
Quilombolas de Alcântara inauguram banco comunitário no Dia da Consciência Negra
Aline Bravim
Da Agência Brasi
Brasília - Os quilombolas do município de Alcântara, no Maranhão, vão aproveitar as comemorações do Dia Nacional da Consciência Negra, amanhã (20), para inaugurar o primeiro Banco Comunitário Quilombola do Brasil.
Segundo Servulo Borges, um dos idealizadores da iniciativa, os quilombolas estão conseguindo ganhar direitos que historicamente lhes foram negados. “Amanhã o banco está começando a funcionar, com tudo que nós temos a oferecer de serviços para a nossa comunidade”, ressalta Borges que também é militante da Associação das Comunidades Negras e Rurais Quilombolas do Maranhão.
Borges disse que esse sistema financeiro dará oportunidade de uma vida melhor à comunidade. “A melhor coisa é que o banco não tem dono. Os próprios quilombolas são os clientes e donos. Além disso, o sistema de crédito é diferenciado e nós trabalhamos dentro da linha da economia solidária.”
O banco vai contar com um fundo de R$ 50 mil, dos quais R$ 30 mil são do Banco Popular do Brasil e R$ 20 mil da Secretaria Estadual do Trabalho e Economia Solidária do Maranhão. A moeda corrente no Banco Comunitário Quilombola do Brasil será o Guará, que terá o mesmo valor do Real.
Descendente de quilombola, Servulo Borges diz que busca parcerias para que a instituição funcione melhor. “Estamos buscando parcerias no estado e na sociedade civil, porque não dá para fazer nada sozinho. Entretanto, no começo é difícil, mas vamos continuar tentando”, defende.
A necessidade de criar o banco comunitário para as comunidades quilombolas de Alcântara foi apontada pelos agentes do Programa de Promoção do Desenvolvimento Local e Economia Solidária (PPDLES), do Ministério do Trabalho e Emprego.
A meta do ministério é criar, durante 2008, mais 20 agências do Banco Comunitário Quilombola do Brasil em outras comunidades do país.
Comunicação André Miani - 03 Sep 2007
Fórum Mundial de Educação - Alto Tietê
Quero convidar a tod*s interessad*s no tema de desenvolvimento econômico de nossas comunidades, a participar junto comigo do Fórum Mundial de Educação Alto Tietê, em Mogi das Cruze-SP com a oficina “Alfabetização Econômica” que acontecerá em 3 oportunidades.
No dia 13 de Setembro serão duas oficinas uma que começa 13:00 e termina 15:00 e a outra que começa as 15:30 e termina as 17:30 e no dia 14 de Setembro das 15:30 às 17:30. O local das três oficinas será a sala 140 da Universidade Braz Cubas.
A partir uma conversa bastante dinâmica faremos a Introdução a economia, conversaremos sobre como algumas lideranças estão ativando o desenvolvimento econômico de suas comunidades a partir de princípios da Alfabetização Econômica e encerraremos com uma oficina de “criação, uso e destruição do dinheiro”.
Como mudar o mundo sem entender a Economia e o Dinheiro?
Comunicação & Moeda Local & Poder Público André Miani - 06 Aug 2007
Mercado Comunitário de Trocas na Venezuela
Buscando informações sobre a Venezuela e o tema das moedas complementares, encontrei o blog de um compa italiano, chamado Magius, que vai organizando um catado de links sobre o tema das moedas complementares na Venezuela.
venezuelalibre
el experimento de la moneda social en Venezuela, como ejemplo del socialismo del siglo XXI
E a partir desse espaço descobri que foi criada a moeda local “La Lionza” junto com o primeiro Mercado Comunitário de Trocas que aconteceu próximo ao dia 20 de junho de 2007 em Bela Vista na cidade de Urachiche, Estado de Yaracuy que fica cerca de 4 horas de Caracas.
Desde a Argentina, desejo tudo de bom para esse projeto que é apoiado pelo Instituto Nacional de Desarrollo de la Pequeña y Mediana Industria.
Comunicação & Poder Público André Miani - 04 Apr 2007
Banco Central do Brasil e a Moeda social
Eu bloguei o conteúdo desse post de uma pessoa chamada Eustáquio Costa que acabei encontrando pesquisando informações sobre moeda sociais. Tentei entrar no arquivo do site Correio Braziliense para localizar a URL da fonte primaria da informação mas não tive acesso por não ser assinante.
O post está dividido em duas partes:
- a primeira é o artigo que foi publicado no jornal no dia 26.02.07 assinado pela Marusa Freire, Procuradora do Banco Central. O artigo da Procuradora é muito interessante e revela entre outros fatos: que o Banco Central do Brasil está desenvolvendo um projeto para estudar e avaliar os principais aspectos teóricos e práticos relacionados com as experiências de moedas sociais no mundo e que a iniciativa também visa um mecanismo que permita o acompanhamento, de forma permanente, da evolução da emissão e uso da moeda social no país à luz dos resultados do estudo.
- e a segunda parte que começa em “NOSSO COMENTÁRIO SOBRE O ARTIGO DA PROCURADORA DO BC” é o comentário do Eustáquio sobre o artigo da procuradora e que compartilha uma interpretação extremamente ultra-conservadora em relação a uma equivocada interpretação de ambos sistemas monetários.
Comunicação & Moeda Local & Poder Público André Miani - 04 Apr 2007
Moeda Local na Venezuela ganha força
Em seu programa de número 280, no dia 29 de Março de 2007, Hugo Chavez cobrou do Ministro de Economia Popular da Venezuela, Pedro Morejón, uma data para o estabelecimento de um “sistema monetário comunitário” para viabilizar um “sistema de comercio alternativo” para que se abra “aos pobres a possibilidade de adquirir produtos mediante trocas, com uma moeda intermediaria que possa circular, por exemplo, em um âmbito territorial determinado ou que tenha validez por um tempo determinado“.
Recordou que no norte do Brasil e algumas localidades do México existem sistemas baseados em moedas comunitárias e também se dirigiu ao vice-presidente, Jorge Rodríguez, dizendo algo como que “este assunto deve merecer uma Ley Habilitante para ganhar força para acelerar o combate a pobreza e a construção do socialismo”.
Nota 9 para Hugo Chavez que só não recebe 10 porque faltou na aula da Heloisa Primavera que explica claramente que economia solidária não é economia dos pobres ou para os pobres e sim uma economia sustentável, uma economia da abundância, uma economia para muitos e não uma economia para poucos como a economia formal.
Links Relacionados:
Presidente Chávez propone implementar sistema monetario comunitario
Chavez anuncia creación de monedas locales para trueque
Ley Habilitante
Comunicação & Poder Público André Miani - 23 Feb 2007
Amazônia para Sempre e Abundância Sustentável para quando?
Recebi um forward de uma amiga sobre uma campanha “Amazônia para Sempre” que dizia ser criada pelos atores de uma minissérie Amazônia da Rede Globo que ficaram impressionados com a devastação da Amazônia e que pretendem angariar 1 milhão de assinaturas que serão entregues juntamente com o manifesto ao nosso presidente da república para que faça algo de útil em relação a esse assunto.
Mas até quando: vamos esperar que o presidente faça algo de útil para esse ou aquele tema? Ainda mais feita por artistas de que indiretamente ou diretamente estimulam o consumismo através de suas novelas e propagandas que demanda entre outros insumos: madeira.
Bancos Comunitários & Comunicação André Miani - 30 Nov 2006
Rede de bancos comunitários é lançada no CE
O Ceará é o primeiro estado brasileiro a criar uma rede de bancos comunitários. Hoje, já operam no Estado cinco experiências desse sistema, que surgiu em 1998 na comunidade do Conjunto Palmeiras com o Banco Palmas. Outros três bancos estão em fase de implantação até o final do ano e, para 2007, a rede deve ganhar mais 30 instituições.
A rede que foi criada ontem, durante solenidade no Banco do Brasil, beneficiará cerca de 450 micro e pequenos empreendedores do setor de comércio e serviço. O balanço parcial de 2006 dos bancos comunitários em operação aponta para a contratação de empréstimos que somam R$ 500 mil. Na modalidade de “moeda social”, os empréstimos em circulação totalizam R$ 30 mil, segundo o coordenador do Banco Palmas, Joaquim de Melo Neto.
Joaquim Neto explica que a média de empréstimos fica na faixa de R$ 1 mil, embora o sistema ofereça opções a partir de R$ 100,00 até o teto máximo de R$ 5 mil. Os juros praticados pelos bancos comunitários oscilam entre 2% a 4% ao mês, com um prazo de doze meses para quitar a dívida.
NOVOS - Além do Banco Palmas, do Conjunto Palmeiras, a rede conta com o Banco PAR, em Paracuru, do Bassa em Santana do Acaraú, do Serrano, em Palmácia, e do Banco dos Empreendedores de Maranguape, instalado neste município. No próximo mês, entram para a rede o Banco de Desenvolvimento de Beberibe, o Banco dos Artesãos de Irauçuba e o Banco Paju, em Pajuçara. Ao total, são doze os bancos comunitários em todo o País.
Fonte: Diário do Nordeste
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=385656
