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julho 22nd, 2009

Mostrando os posts publicados no dia 22 de julho de 2009.

United World Future Currency

Recebi há 10 dias atrás um link de um colega da Nova Zelândia chamado Geoff. Waterhouse com uma notícia escrita por Paul Joseph Watson no dia 11 de julho de 2009 informando que o durante um momento altamente simbólico do G8 em L’Aquila na Itália, o Presidente russo Dmitry Medvedev revelou a repórteres uma unidade da futura moeda mundial.

(AP Photo/RIA-Novosti, Mikhail Klimentyev, Presidential Press Service)

Medvedev salientou que a moeda foi cunhada na Bélgica e que ostenta a expressão “unidade na diversidade”.

Uma das maiores agências noticiosas da Rússia a RIA Novosti informou que esta moeda representou um exemplo de uma “possível moeda mundial”.

Mas independente de uma interpretação ou outra. O importante é o fato da divulgação desse importante avanço de esforços liderado e iniciado pela Russia mas também com apoio explícito de outros países como a própria China, mencionada nesta notícia de agora mas também no passado recente  como esta outra noticia que menciona que o presidente do Banco Popular da China,  Zhou Xiaochuan, declarou em março de 2009 seu apoio a iniciativa russa de criar uma moeda de reserva internacional como alternativa ao dólar.

Confira abaixo a versão traduzida do Manifesto da United World Future Currency original:

ART. 1

“Unidade na diversidade” é o alicerce que move esta iniciativa, que começou em 1996. Seu objetivo é reunir pessoas e ir além de estereótipos nacionais. Sua importância histórica é ainda maior do que a sua economia, é uma meta construida sobre confiança, esperança e unificação das raízes culturais e espirituais.

ART. 2

O relacionamento entre a Europa e a América e entre os Estados Unidos e muitos países dos cinco continentes, é baseada em tradições culturais comuns e sustentada por uma visão de mundo paralelo. É impulsionada por elevados conceitos de fraternidade e de paz. Estas relações são cultivadas através de dinâmicas globais cujo objetivo é o de cumprir objetivos sociais, políticos e econômicos, com total respeito dos valores e das identidades nacionais encontradas nas constituições dos respectivos paises.

ART. 3

É, portanto, o nosso desejo dar vida ao projeto de uma moeda comum, que recebeu como nomes provisórios “Eurodollar/Dollaeur” (inicialmente), “United Money” e então “United Future World Currency”. Devendo simbolizar não só os aspectos econômicos, mas também os aspectos humano, social, político, espiritual e as ligações entre as nações de diferentes continentes que possuem ideais semelhantes.

ART. 4

A moeda comum é um projeto extremamente importante passo para a aproximação das pessoas. É um meio de entendimento, referenciando e reforçando identidades diferentes que compartilham de propósito de leis morais. A competição nos respectivos mercados permanecem livres, e os princípios básicos das identidades nacionais dos países participantes serão resguardados.

ART. 5

Estamos determinados a promover a sensibilização para este projeto entre tantas pessoas quanto possível em todos os Continentes. Estamos concentrados em especial sobre a participação ativa dos jovens, especialmente das escolas. Na verdade, os jovens representam a mais forte e o mais concreto veículo para divulgar esta iniciativa. Eles também são os potenciais beneficiários deste grande passo em frente rumo à unificação e da criação de um mundo que responde melhor às exigências do novo milénio, enquanto  gradualmente são quebradas barreiras sociais e ideológicas.

ART. 6

Renovado interesse cultural na economia vem como um resultado de mudança de percepção da moeda como um todo. Isto vem como sequência do debate aberto com a introdução do euro. Através deste projeto, os alunos, incluindo, desde as mais novos de idade, pode tornar-se familiarizado com as questões econômicas básicas. Estas últimas são cada vez mais importante em uma nova sociedade de bem estar generalizado.

ART. 7

Um Comitê Misto será selecionado. Irá incluir especialistas de uma ampla variedade de disciplinas. Todos serão livres para oferecer sua própria contribuição para o projeto. Este comitê  também irá formar o júri que escolhe as ideias mais interessantes, propostas e projetos exigidos por diferentes iniciativas em curso.

ART. 8

Haverá uma campanha de informação e apoio para coordenar grupos de trabalho, comissões e clubes, implementadas através de organizações, entidades e associações. Haverá um período de consideração para todas as contribuições relativas à expansão, comparação e desenvolvimento de: questões e problemas técnicos; otimização dos instrumentos e procedimentos legislativos; e cumprindo as obrigações da nova moeda.

ART. 9

Ensaios serão realizados em importantes eventos internacionais, visando a sensibilização, educação e promoção. Os testes com a “United Money” (notas e moedas) serão confiadas aos melhores profissionais e especialistas internacionais nos campos apropriados. O tempo será reservado para explorar questões avançadas de tecnologias de segurança e falsificações, que a futura moeda terá que manter sob controlo. Isso envolverá os  mais prestigiados e confiáveis organismos públicos e privados, incluindo as universidades e as empresas.

ART. 10

Será da responsabilidade dos futuros cidadãos do mundo e os governos o feito de colocar-lo em prática para tornar nosso projeto uma realidade. Este projeto é orientado por uma firme crença na unificação e de co-existência de diferentes povos. Destina-se a promover uma distribuição igualitária de cada vez mais os recursos do planeta e intelecto humano.

Roma e Bruxelas, 21 mar 1996 Rome and Brussels, March 21st 1996
Nova York, 12 jan. 2000. New York, January 12th 2000.
Milão, 17 fev 2009 Milan, February 17th 2009

Publicado por André Miani no dia 22 de julho de 2009 | Comentários: 0.
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Porque precisamos de Bancos Comunitários?

Há 10 anos atrás quando começou o Banco Palmas, a pergunta da vez era “Porque somos Pobres?” e como resposta mais simples a comunidade respondia “Somos pobres porque não temos dinheiro”.

E a metodologia dos Bancos Comunitários, criada pelo Banco Palmas, comprova que essa tese está completamente equivocada, já que toda comunidade é portadora de riquezas, considerando a riqueza como os talentos de cada pessoa em forma de produtos, serviços e saberes.

“E porque então nossas comunidades empobrecem?”

Porque tudo que nossas comunidades compram vem de fora da comunidade, principalmente de multi-nacionais que não consomem de nós.

E porque precisamos de Bancos Comunitários?

Mais do que prestar serviços bancários para as comunidades atendidas a função do Banco Comunitário é reorganizar a economia local, oferecendo por um lado microcrédito com juro baixo para que a comunidade possa voltar a produzir e por outro oferecendo empréstimos sem juro em moeda social para fortalecer o consumo local.

Por isso precisamos de Bancos Comunitários.

Para que cada uma de nossas comunidades tenham a possibilidade de reorganizem sua economia local, evitando que percam sua base monetária e evitando assim que nossas comunidades sigam empobrecendo.

Publicado por André Miani no dia 22 de julho de 2009 | Comentários: 0.
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