google
yahoo
bing

março 2006

Mostrando os posts publicados no mês de março de 2006.

Livro: Banco Palmas ponto a ponto

Banco Palmas ponto a ponto Neste livro o Joaquim e a Sandra contam passo a passo desde a história do início da comunidade do Conjunto Palmeiras, a criação do banco palmas, o mapeamento de produção e consumo local, a política de microcrédito, o cartão Palmacard, as cooperativas de produção Palmafashion, Palmalimpe e Palmart, apresentam os meios de comercializacao como a Feira dos Produtos Locais, Loja Solidária e o  Clube de Trocas do conjunto junto com a moeda social Palmares, além de apresentarem o Palmatech que é uma escola comunitária de Socioeconomia Solidária, a Incubadora Feminina, o laboratório de agricultura urbana, o Projeto Fomento que realiza o “milagre da multiplicação” e o sistema de compras coletivas da comunidade.

(mais…)

Publicado por André Miani no dia 31 de março de 2006 | Comentários: 0.
Leia outros posts de: Comunidade, Livros.

SOL – A Moeda Social do FSM 2003

Foram impressos 20 mil unidades de SOL para o 3° Acampamento Intercontinental da Juventude que aconteceu entre 18 e 29 de janeiro de 2003 durante o período o III FSM em notas de meio, um, dois, cinco e dez Sol. Utiliza papel filigranadoplastificado, numeração controlada e marca ultra violeta.

2 Sol 5 Sol 10 Sol

Links Relacionados:

Publicado por André Miani no dia 31 de março de 2006 | Comentários: 0.
Leia outros posts de: Eventos, Moedas Sociais.

Economia que se re-inventa

CVNo último domingo, 26 de marco, saiu um artigo no caderno Cotidiano da Folha citando um “vale-droga” que está sendo colocado em circulação pelo Comando Vermelho do RJ como estratégia de fidelização. Segundo a notícia, na hora da compra, o usuário recebe cupons –papéis carimbados que geralmente trazem a inscrição “CV“, o nome do lugar onde a droga foi comprada, o tipo e o valor pago por ela e menciona que a o vale é, por enquanto, restrita às pessoas que são conhecidas dos traficantes.

A matéria ainda comenta que segundo traficantes de Manguinhos, Vigário Geral e do Complexo do Turano, na zona norte do Rio, o “vale-droga” é uma maneira de fazer o dinheiro girar rápido. Muitas vezes, grande quantidade de droga fica acumulada nos morros e os prazos para pagar os “matutos” (fornecedores, normalmente intermediários paulistas que fazem a negociação entre os produtores e os traficantes cariocas) estão apertados demais e complementa dizendo que “o que muita gente não consegue ver é que isso aqui [o tráfico] é uma empresa como outra qualquer, que busca lucro, “money“, dinheiro. Não tem só monstro aqui, não. Isso é o ganha-pão de muita gente. Quem está aqui quer as mesmas coisas que as pessoas que trabalham nas grandes empresas, por isso sabemos como tratar nossos clientes”.

Fico pensando se o que é classificado como um mero “vale-drogas” não pode ser o início de um “circulante local” respaldado não somente nas drogas, mas também em tudo mais que está na comunidade onde são comercializada drogas, incluíndo produtos sem procedencia e principalmente o potencial de produção-comércio-consumo ocioso da comunidade que pode ver nesse, por agora, “vale-droga” a oportunidade de potencializar suas próprias economias.

Seguramente muitas das pessoas que vivem nesses morros são trabalhadores e nunca roubariam ninguém, mas talvez poderiam prestar serviços em troca desses “vales” e com esses “vales” comprar os produtos e prestação de serviço disponíveis na comunidade…. E assim a economia vai se re-inventando…

Publicado por André Miani no dia 30 de março de 2006 | Comentários: 1.
Leia outros posts de: Comunidade, Moedas Sociais.

CLUBE DE TROCAS BOA VISTA I – RS

Mais uma vez contribuindo com esse espaço, o Tiago traz informações sobre o Clube de Trocas Boa Vista I do Rio Grande do Sul.

por Tiago Larrosa Freitas

Boa VistaEste clube surgiu da iniciativa de algumas sócias do Clube de Trocas do Rio Grande (RS), principalmente da prosumidora Maria de Fátima Duarte que, interessadas em difundir a idéia das Trocas Solidárias, estimularam algumas pessoas deste bairro, Boa Vista I, a desenvolver um Clube de Trocas próprio do bairro. Esta articulação começou no final do 1º semestre de 2005 e hoje contra com um número crescente de sócios e uma ótima aceitação na comunidade. Em outubro de 2005 este C. T. já teve representação no I ENTROSA (Encontro Estadual de Grupos de Trocas Solidárias do RS) o qual teve uma avaliação muito boa por parte de Rosane Almeida, representante no ENTROSA e principal organizadora deste clube: “Estamos trabalhando para que os C. T. da cidade tenham duas feiras de trocas por mês e o C. T. Boa Vista I, a partir de março de 2006, funcionará quinzenalmente, mostrando assim sua rápida articulação. No momento estamos trabalhando para qualificar os produtos do clube através de oficinas organizadas e ministradas pelas próprias pessoas da comunidade e sócios(as) do Clube.”

Publicado por André Miani no dia 29 de março de 2006 | Comentários: 0.
Leia outros posts de: Clubes de Trocas Solidárias, Moedas Sociais.