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Moedas Sociais & Videos André Miani - 12 Nov 2008

Globo: Comunidades driblam a falta de dinheiro

O programa Bom Dia Brasil dessa quarta-feira, 12/11/2008, apresentou uma matéria sobre moedas sociais realizada pelo jornalista Marcos Uchôa.

Nada novo, o destaque maior é a Rede Globo dar boa visibiliadade para esse tema das moedas sociais em tão pouco tempo. O Jornal Nacional do dia 25/10/2008, havia mostrado a experiência da cidade de Lewes, ao sul de Londres e agora traz novamente esse tema.

E quero aproveitar para lembrar que economia solidária não é economia dos pobres ou para os pobres por conta da declaração abaixo que está no vídeo:

“Quando o pobre chega no mercadinho solidário, funciona assim: a pessoa chega com um potinho de doce de leite, que ela faz com um pouquinho de leite e açúcar, mas ela precisa do macarrão. No local, ela chega e troca o doce de leite pelo macarrão que ela precisa. Isso é o que ela pode fazer e é a possibilidade que ela tem de se sustentar com o que ela produz”, explica a voluntária Clara Pentagna.”

Definitivamente o movimento das Trocas Solidárias não é uma economia para pobres, empobrecidos, etc… As trocas solidárias como uma forma de Economia Solidária representa a Economia da Abundância uma economia para muitos diferente da outra economia que é para poucos.

Confiram o vídeo:

коли под наем

Moeda Local & Poder Público & Videos André Miani - 11 Nov 2008

A moeda local Lewes Pound na Inglaterra

Recebi do amigo Carlos Henrique de Castro, um dos principais promotores das moedas sociais no Brasil, a indicação de uma matéria que foi veiculada em rede nacional pela rede globo através do Jornal Nacional do sábado, 25/10/2008, que mostra a experiência da cidade de Lewes, ao sul de Londres, em que os moradores da cidade relançaram a moeda “Lewes Pound” que não era usada há 200 anos.

Comunicação & Moedas Sociais André Miani - 08 Sep 2008

Moeda Social: Verdades e Mentiras

Recebi do meu primo Armando Miani Neto, um link da noticia “Comunidades usam moedas sociais para ajudar desenvolvimento econômico” escrita pela jornalista Laura Naime a seção de Economia do G1 do portal globo.com, que compartilha informações basicamente sobre a Rede Cearense de Bancos Comunitários como se representasse a realidade de todos os projetos de moedas sociais existentes no país.

Embora a matéria seja bem legal existem alguns equivocos ainda que a matéria tenha ficado muito boa e a intenção tenha sido a melhor de todas.

No final da matéria da Laura é mencionada alguns temas que envolve legislação que não tive tempo de investigar e por isso não estarei comentando.

Boa Leitura.

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Eventos André Miani - 22 Jan 2008

Seminário Internacional

A Incubadora de Cooperativas Populares da Fundação Getúlio Vargas e da Universidade Federal de São Carlos - ITCP-FGV e Incoop-UFSCar convidam-no(a) para a apresentação:

Sistemas monetários com sustentabilidade e justiça

- teorias e práticas -

Miguel Yasuyuki Hirota* e Felipe Bannitz**

Venha compreender por quê o sistema monetário é insustentável e quais práticas estão sendo exercidas pelo mundo para reverter esse sistema.

Serão abordadas as experiências do Banco de Trocas Solidárias do Centro de São Paulo, o sistema LETS da Coréia, Banco WIR da Suíça, Banco Etica da Itália, Banco Palmas de Fortaleza e muitos outros!

Dia 23/jan/2008 às 11h30

ITCP-FGV - Av. Nove de Julho, 2029 - 1º andar
(entrada também pela R. Itapeva, 432 - próx. metrô Trianon-Masp)
Tel. (11) 3281-3367
- Entrada franca -

Inscrições até 22/jan às 18h00: matsumotoc@hotmail.com (especifique “palestra 23/jan” no assunto da mensagem)

*Miguel Yasuyuki Hirota é mestre em Ciências Sociais Interdisciplinares pela Universidade de Tóquio e doutorando pela Universidade Ritsumeikan Asia Pacífico, Beppu, Japão.
** Felipe Bannitz é economista pela FEA-USP. Atualmente é coordenador técnico da ITCP-FGV, especialista em finanças solidárias e idealizador do Banco de Trocas Solidárias do Centro de São Paulo.

Bancos Comunitários André Miani - 25 Dec 2007

Banco Comunitário dos Cocais - Piauí

Banco dos CocaisEm meio as comemorações dos 13 anos de emancipação do Município de São João do Arraial no Piauí, no dia 12/12/2007, aconteceu a inauguração do Banco Comunitário dos Cocais e lançamento da moeda Cocal.

Segundo a coordenadora do banco, Kellen Barros, “O Banco Comunitário dos Cocais vai promover a sustentabilidade local, a geração de trabalho e renda, melhorar a auto-estima das pessoas e possibilitar um local para os pagamentos bancários, facilitando a vida da população, visto que a agência bancária mais próxima de São João do Arraial está localizada há 20 km da sede do municípo, na cidade de Esperantina”.

Banco Comunitario dos Cocais   Banco Comunitario dos Cocais


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Videos André Miani - 19 Dec 2007

Feira de Trocas no Chile

Não sou fã das trocas diretas mas estou blogando um vídeo sobre uma feira de trocas, aparentemente direta,  realizada no centro cultural Balmaceda 1215 no Santiago de Chile em Octubre 2007 e achei interessante compartilhar.

YouTube Preview Image

Blog: http://truequeenbalmaceda.blogspot.com/

Achei interessante compartilhar essa informação principalmente porque eles colocam como norma que é permitido levar qualquer objeto com a condição de ser confeccionado a mão pelo(a) trocador(a) já que acredito que isso acaba estimulando a seus participantes, desde os primeiros contatos, a começarem a empreender e dessa forma fomentando uma produção constante e afastando a possibilidade dos encontros se converterem em uma feira “exclusiva” de produtos usados e pouco sedutores para os atuais e novos participantes.

E, ainda que não seja nada pratico, achei interessante que todos os objetos devem ser registrados tanto na entrada quanto na saida. Sendo que nesse registro, cada prosumidor, deve explicar brevemente os motivos para levar esse objeto assim como o nome do objeto que deixa e porque está deixando.

Bancos Comunitários & Comunicação & Poder Público André Miani - 02 Dec 2007

Bancos Comunitários: Outros Bancos para Outra Economia

Seminário Bancos ComunitáriosDia 07 de dezembro as 19h no Centro Universitário Maria Antônia, Rua Maria Antônia, 294, Vila Buarque, São Paulo, acontece um seminário, com entrada franca, para discutir o projeto de lei complementar 93/1997 da deputada Luiza Erundina que “Estabelece a criação do Segmento Nacional de Finanças Populares e Solidárias e dá outras providências.”.

Os convidados a compor a mesa são: João Joaquim de Melo Neto (Instituto Palmas), Luiza Erundina (deputada federal PSB/SP), Maria Izilda Camillo (Associação Sem Terra da Zona Norte – UMM), Representante da SENAES.

Organizam: Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da Fundação Getúlio Vargas (ITCP-FGV), Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da Universidade de São Paulo (ITCP-USP), Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da Fundação Santo André (ITCP-FSA) e o Laboratório de Extensão da Escola de Artes, Ciências e Humanidades(EACH).

Mais informações:
ITCP-USP
Telefone: 11-3091-4400
E-mail: itcp@usp.br

ITCP-FSA
Telefone: 11-4979-3360

Separei alguns pontos do PLC 93/97 que pode ser obtido na íntegra desde a biblioteca do site do FBES.
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Bancos Comunitários & Comunicação André Miani - 20 Nov 2007

Inaugurado o Banco Comunitário Quilombola

Por: Deuszânia Almeida/BB/Brasília (DF)

Na data em que se comemora o Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, o Banco Popular do Brasil e o Instituto Palmas de Desenvolvimento Socioeconômico inauguram em Alcântara (MA) o Banco Comunitário Quilombolas, primeira instituição desse gênero em comunidade quilombola do País. A iniciativa conta com a parceria da Secretaria Nacional de Economia Solidária – SENAES/MTE, do Governo do Estado do Maranhão e do Projeto de Promoção do Desenvolvimento Local e Economia Solidária do Governo Federal – PPDLES.

Pela iniciativa, cabe ao Banco Popular do Brasil disponibilizar tecnologia de alcance, equipamentos e software; recursos financeiros para linha de microcrédito produtivo orientado e produtos e serviços de microfinanças, tais como conta corrente simplificada, sem custo para abertura, sem CPMF e movimentada através de cartão de débito Visa Electron; Seguro de Vida Popular, recebimento de contas de água, de luz, de telefone, e boletos bancários, dentre outros serviços. Na inauguração, será formalizado contrato de abertura de crédito no valor de R$ 700 mil.

O Instituto Palmas é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) com sede em Fortaleza (CE). Criada em junho de 2002, a organização desenvolveu tecnologia social voltada para geração de renda em comunidades empobrecidas que oferece linha de microcrédito produtivo orientado, instrumentos de consumo local (cartão de crédito e moeda social circulante), capacitação social e profissional para homens e mulheres que desejam criar ou expandir um pequeno empreendimento produtivo de forma colaborativa, e alternativas de comercialização (feiras e lojas solidárias), promovendo localmente geração de emprego e renda para diversas pessoas.

Deu-se o nome a este sistema econômico local de Banco Comunitário, que conta com três características centrais: gestão feita pela própria comunidade; gestão e administração dos recursos; e sistema integrado de desenvolvimento local, que cria um mercado solidário e alternativo entre as famílias. Em Alcântara, a entidade gestora do Banco Quilombola será a Associação de Moradores do Povoado de Arenhengaua.


Fonte:
Revista Fator Brasil

Bancos Comunitários & Comunicação André Miani - 19 Nov 2007

Primeiro Banco Comunitário Quilombola

Quilombolas de Alcântara inauguram banco comunitário no Dia da Consciência Negra

Aline Bravim
Da Agência Brasi

Brasília - Os quilombolas do município de Alcântara, no Maranhão, vão aproveitar as comemorações do Dia Nacional da Consciência Negra, amanhã (20), para inaugurar o primeiro Banco Comunitário Quilombola do Brasil.

Segundo Servulo Borges, um dos idealizadores da iniciativa, os quilombolas estão conseguindo ganhar direitos que historicamente lhes foram negados. “Amanhã o banco está começando a funcionar, com tudo que nós temos a oferecer de serviços para a nossa comunidade”, ressalta Borges que também é militante da Associação das Comunidades Negras e Rurais Quilombolas do Maranhão.

Borges disse que esse sistema financeiro dará oportunidade de uma vida melhor à comunidade. “A melhor coisa é que o banco não tem dono. Os próprios quilombolas são os clientes e donos. Além disso, o sistema de crédito é diferenciado e nós trabalhamos dentro da linha da economia solidária.”

O banco vai contar com um fundo de R$ 50 mil, dos quais R$ 30 mil são do Banco Popular do Brasil e R$ 20 mil da Secretaria Estadual do Trabalho e Economia Solidária do Maranhão. A moeda corrente no Banco Comunitário Quilombola do Brasil será o Guará, que terá o mesmo valor do Real.

Descendente de quilombola, Servulo Borges diz que busca parcerias para que a instituição funcione melhor. “Estamos buscando parcerias no estado e na sociedade civil, porque não dá para fazer nada sozinho. Entretanto, no começo é difícil, mas vamos continuar tentando”, defende.

A necessidade de criar o banco comunitário para as comunidades quilombolas de Alcântara foi apontada pelos agentes do Programa de Promoção do Desenvolvimento Local e Economia Solidária (PPDLES), do Ministério do Trabalho e Emprego.

A meta do ministério é criar, durante 2008, mais 20 agências do Banco Comunitário Quilombola do Brasil em outras comunidades do país.

Comunicação André Miani - 03 Sep 2007

Fórum Mundial de Educação - Alto Tietê

Fórum Mundial de EducaçãoQuero convidar a tod*s interessad*s no tema de desenvolvimento econômico de nossas comunidades, a participar junto comigo do Fórum Mundial de Educação Alto Tietê, em Mogi das Cruze-SP com a oficina “Alfabetização Econômica” que acontecerá em 3 oportunidades.

No dia 13 de Setembro serão duas oficinas uma que começa 13:00 e termina 15:00 e a outra que começa as 15:30 e termina as 17:30 e no dia 14 de Setembro das 15:30 às 17:30. O local das três oficinas será a sala 140 da Universidade Braz Cubas.

A partir uma conversa bastante dinâmica faremos a Introdução a economia, conversaremos sobre como algumas lideranças estão ativando o desenvolvimento econômico de suas comunidades a partir de princípios da Alfabetização Econômica e encerraremos com uma oficina de “criação, uso e destruição do dinheiro”.

Como mudar o mundo sem entender a Economia e o Dinheiro?

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