Seminário de Bancos Comunitários no RJ

Convite para o Seminário de Bancos Comunitários, na sede do BNDES-RJ, no dia 27 de Maio de 2010.

Mais informações:

http://www.seminariobancoscomunitarios.com/

+55 (85) 3459-4848
bancopalmas@bancopalmas.org.br
www.bancopalmas.org.br

Publicado em 25 de abril de 2010 :: Comentários: 0.
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37ª Feira de Trocas Solidárias do Centro de SP

Sábado passado, dia 17 de Abril, estive visitando a  37ª Feira de Trocas Solidárias do Centro de SP que acontece todo terceiro sábado de cada mês na Associação Minha Rua Minha Casa, Rua Dr Lund, 361 – Centro de São Paulo. Próximo ao metrô: Liberdade. O telefone para contato com eles é o  11 3799-3367 e o http://www.feiradetrocascentro.blogspot.com

Esta feira de trocas solidárias utiliza a metodologia do BANCO DE TROCAS SOLIDÁRIAS organizada pelo Felipe Bannitz e trabalhado como um Projeto da Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da Fundação Getúlio Vargas (ITCP-FGV) .

Na minha visão é uma feira de trocas solidárias que busca resgatar pessoas em situação de rua através da economia.

Os trabalhos começaram com uma reunião na biblioteca da associação onde a Isabele Notari, uma das coordenadoras do projeto, realizou a divisão de tarefas, deliberando pessoas para organizar o lastro utilizado para colocar moeda em circulação, pessoal para recepção, pessoal para a lojinha solidária, bazar masculino, bazar feminino, equipe da cozinha, seleção de materiais recicláveis utilizando também para colocar moeda em circulação, Armazém e para a desmontagem das barracas.

Em seguida começou a feira de trocas com um bom número de visitantes, muitos empreendimentos, atrações musicais para entretenimento de todos, boa comida e tudo mais que vocês podem ter uma idéia conferindo o vídeo que eu preparei com muito carinho:

Publicado em 22 de abril de 2010 :: Comentários: 0.
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Viva Favela! Quando os pobres tomam seu destino nas mãos

Joaquim de Melo Neto, coordenador do Instituto Palmas, lançará no próximo dia 15 de Outubro na Embaixada do Brasil na França o livro “VIVA FAVELA! – Quand les démunis prennent leur destin en main“.

joaquim de melo neto - viva favela

Viva Favela! é o testemunho de Joaquim Melo, escrito com Elodie Becu e de Carlos Freitas vencedor do prêmio AVINA 2008 de jornalismo investigativo.

Joaquim Melo, 47, é um dos pilares da história do Conjunto Palmeiras. Chegou como um seminarista na favela, em 1984, acompanhou as lutas do povo por melhores condições de vida e criou em 1998, o Banco Palmas. Hoje, ele coordena o trabalho do Instituto, que administra o sistema de microcrédito Palmas Palmas associado a uma moeda local em 47 comunidades pelo Brasil.

Elodie Becu é um jornalista em Paris, Últimas Notícias da Alsácia. Em 2008, obteve uma concessão de jornalismo investigativo sobre o desenvolvimento sustentável concedido pela Fundação Avina para a comunicação no Banco Palmas. A premiação marcou o início de sua história com o Banco Palmas que gerou o projeto do livro Joaquim de Melo.

Carlos de Freitas é consultor em desenvolvimento sustentável, também vencedor do prêmio AVINA 2008 de jornalismo investigativo.
Especialista no debate sobre multi-atores e edição de programas de incorporar critérios de sustentabilidade, ele trabalhou para várias organizações, instituições e comunidades.

Para maiores informações consulte: http://www.banquepalmas.fr

Ficha do Livro:

VIVA FAVELA! – Quand les démunis prennent leur destin en main

por Joaquim Melo Com Elodie Becu & Carlos de Freitas

Editions Michel Lafon, 2009.

Nas livrarias francesas a partir de 16 de outubro de 2009.

Preço: 17,95 euros.

ISBN: 978-2-7499-1112

Publicado em 5 de outubro de 2009 :: Comentários: 0.
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13 e 14 de Outubro – Seminário Internacional sobre Moedas Complementares em SP

“Não estamos numa era de mudanças mas numa mudança de Era”
Chris Anderson

Seminário Novos Bancos e Moedas

Seminário Crie Futuros Iberoamérica, Novos Bancos e Moedas,

dia 13 e 14 de Outubro na FGV. Mais infos

Evento imperdível para quem vem se interessando por tecnologias sociais como os Bancos Comunitários e as Moedas Complementares, Circulantes Locais, Moedas Sociais e por temas de sustentabilidade, desenvolvimento comunitário, estratégias de políticas públicas modernas e tudo que precisamos para caminhar em rumo a uma era de abundância sustentável.

Lendo o site do evento lembrei muito da história das moedas sociais e que eu acredito que será a essência desse evento que será o apoio dos participantes a entenderem que a verdadeira riqueza do mundo não é o dinheiro e sim todos os talentos de nossas comunidades em forma de produtos, serviços e saberes.

Serão dois dias de eventos com palestras e vídeos-conferência com pesquisadoras e pesquisadores de várias partes do mundo.

O registro é gratuito para os membros da rede Crie futuros. Se você ainda não faz parte dessa rede na Internet, acesse o site  www.criefuturos.com.bre faça seu registro grátis!

Para quem não está em São Paulo, poderá acompanhar todo o evento pela Internet.

http://novosbancosemoedas.criefuturos.com.br/index.html

Publicado em 3 de outubro de 2009 :: Comentários: 0.
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Capitalism: A Love Story

No último final de semana, dia 05 de setembro Michael Moore exibiu o seu novo documentário “Capitalism: A Love Story” no Festival de Veneza.

O foco do filme é a grande crise econômica que abalou os mercados mundiais ao final de 2008, provocando a quebra de instituições financeiras e a falência não só de empresas, como de pessoas físicas -milhares delas perderam suas casas, nos EUA, por não poderem pagar suas hipotecas, que haviam sido refinanciadas para adquirir novas casas.

Como de hábito nos filmes de Moore, a pesquisa é consistente e registra casos impressionantes, que visam retratar a ganância dos bancos e o resultado trágico, segundo ele, de uma desregulamentação do sistema financeiro. Além de acompanhar o despejo de alguns inadimplentes com as hipotecas, Moore denuncia verdadeiros crimes, como empresas que fazem apólices de seguro em favor de seus empregados e beneficiam-se delas, no caso de sua morte, em prejuízo das famílias dos mortos. O filme não se furta a indicar mesmo os nomes de diversas grandes empresas norte-americanas que usaram ou ainda usam este expediente.

Uma das sequências mais provocadoras de “Capitalism: A Love Story” está em seu final -quando o próprio cineasta percorre diversos bancos em Nova York com um saco de pano na mao, com a intenção declarada de “recuperar” dinheiro subtraído aos contribuintes. Impedido de fazer esta “coleta”, Moore arranja então um rolo da fita normalmente usada pela policia norte-americana para isolar cenários de crimes, passando-a pela porta dessas instituições.

Ao final, o cineasta propõe que cada uma das pessoas que assistir ao filme também se rebele, seguindo os exemplos de trabalhadores que ocuparam indústrias desativadas ou alguns moradores que reocuparam suas casas, desobedecendo às ordens de despejo. Moore diz claramente que os EUA hoje “não são” o país que o falecido presidente Franklin Roosevelt propunha, mas que ele não irá deixá-lo. Moore repropõe, ao que parece, a boa e velha desobediência civil.

Fonte: NEUSA BARBOSA http://cinema.uol.com.br/veneza/ultnot/2009/09/05/ult6418u73.jhtm

Assistam a seguir o sarcástico trailler deste novo documentário de Michael Moore que será lançado no início de outubro deste ano.

Olá, eu sou Michael Moore.

Se você está sentado esperando para ver meu novo filme, gostaria de chamar a atenção e pedir que se unam para ajudar uma grande quantidade de americanos.

A forte queda da economia afetou muita gente.

As pessoas não tem escolha para obter assistência governamental, porque todas as agências estão ocupadas trabalhando tanto…

Deixe-me perguntar uma coisa: Porque você não coloca a mão no bolso e não dá uma ajuda pra eles?

Tenho certeza que você colaborará com doações para:

- CITIBANK
- BANK OF AMERICA
- AIG
- GOLBING SEX
- GP-MORGAN’S

Além de todos os outros bancos e corporações que você já conhece. Então, que tal você fazer esse ato de generosidade?

Já sei o que está pensando: “Você já paga todos seus impostos”.

E eu reconheço que o faz com muito esforço. Mas isso já é passado.

Dê um pouco mais e isto te fará sentir…….. BEEM

Publicado em 9 de setembro de 2009 :: Comentários: 0.
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Arquipélago SCEC na Itália – Solidariedade que caminha

Em busca de sistemas monetários sustentáveis descobrí neste blog uma moeda local que funciona na Itália e é conhecida como SCEC, acrônimo de “Solidariedade que caminha” em italiano (Solidarietà che Cammina).

A fonte desta moeda é o Arquipélago SCEC, consequência de um estudo de mais de 4.000 moedas complementares, entre eles o sistema WIR da Suíça e o Regiogeld da Alemanha, para citar alguns.

SCEC-10

Face da frente de um exemplar da moeda SCEC equivalente a 10 Euros.

Inicialmente pelo pouco que eu li lembrei do sistema ”Tianguis TLALOC“, uma rede de trocas multi-reciproca impulsionado em 1999 ou 2000 pelo Luis Lopezllera no México que  utilizava um vale comunitário chamado Tlaloc,  já que o SCEC funciona mais bem como um vale comunitário que como uma moeda complementar mesmo já que ela tem que ser usada em conjunto com Euros. Mas depois fui notando várias diferenças entre esses sistemas.

Segundo este paper, a moeda local SCEC tem um valor nominal igual ao do euro (1:1), mas não é convertível ou resgatável em Euro. A moeda local SCEC é totalmente gratuita (não pode ser comprada ou vendida). É emitida e distribuída de acordo com critérios de transparência, que devem ser idênticos em cada comunidade, que está associada com Arquipélago como nas regiões de: Sicília, Calábria, Campânia, Lácio, Úmbria, Toscana, Veneto e Friuli VG.  Além de outros grupos que estão em capacitação nas regiões de:  Piemonte, Ligúria, Trentino AD, Puglia e Marche.

O Arquipélago SCEC divulga ainda que, já  em dezembro 2008 registravam:

Local economies revitalization project
An Archipelago SCEC project
Translated by

Para conhecer mais informações, consulte: Local economies revitalization project

Publicado em 24 de julho de 2009 :: Comentários: 0.
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United World Future Currency

Recebi há 10 dias atrás um link de um colega da Nova Zelândia chamado Geoff. Waterhouse com uma notícia escrita por Paul Joseph Watson no dia 11 de julho de 2009 informando que o durante um momento altamente simbólico do G8 em L’Aquila na Itália, o Presidente russo Dmitry Medvedev revelou a repórteres uma unidade da futura moeda mundial.

(AP Photo/RIA-Novosti, Mikhail Klimentyev, Presidential Press Service)

Medvedev salientou que a moeda foi cunhada na Bélgica e que ostenta a expressão “unidade na diversidade”.

Uma das maiores agências noticiosas da Rússia a RIA Novosti informou que esta moeda representou um exemplo de uma “possível moeda mundial”.

Mas independente de uma interpretação ou outra. O importante é o fato da divulgação desse importante avanço de esforços liderado e iniciado pela Russia mas também com apoio explícito de outros países como a própria China, mencionada nesta notícia de agora mas também no passado recente  como esta outra noticia que menciona que o presidente do Banco Popular da China,  Zhou Xiaochuan, declarou em março de 2009 seu apoio a iniciativa russa de criar uma moeda de reserva internacional como alternativa ao dólar.

Confira abaixo a versão traduzida do Manifesto da United World Future Currency original:

ART. 1

“Unidade na diversidade” é o alicerce que move esta iniciativa, que começou em 1996. Seu objetivo é reunir pessoas e ir além de estereótipos nacionais. Sua importância histórica é ainda maior do que a sua economia, é uma meta construida sobre confiança, esperança e unificação das raízes culturais e espirituais.

ART. 2

O relacionamento entre a Europa e a América e entre os Estados Unidos e muitos países dos cinco continentes, é baseada em tradições culturais comuns e sustentada por uma visão de mundo paralelo. É impulsionada por elevados conceitos de fraternidade e de paz. Estas relações são cultivadas através de dinâmicas globais cujo objetivo é o de cumprir objetivos sociais, políticos e econômicos, com total respeito dos valores e das identidades nacionais encontradas nas constituições dos respectivos paises.

ART. 3

É, portanto, o nosso desejo dar vida ao projeto de uma moeda comum, que recebeu como nomes provisórios “Eurodollar/Dollaeur” (inicialmente), “United Money” e então “United Future World Currency”. Devendo simbolizar não só os aspectos econômicos, mas também os aspectos humano, social, político, espiritual e as ligações entre as nações de diferentes continentes que possuem ideais semelhantes.

ART. 4

A moeda comum é um projeto extremamente importante passo para a aproximação das pessoas. É um meio de entendimento, referenciando e reforçando identidades diferentes que compartilham de propósito de leis morais. A competição nos respectivos mercados permanecem livres, e os princípios básicos das identidades nacionais dos países participantes serão resguardados.

ART. 5

Estamos determinados a promover a sensibilização para este projeto entre tantas pessoas quanto possível em todos os Continentes. Estamos concentrados em especial sobre a participação ativa dos jovens, especialmente das escolas. Na verdade, os jovens representam a mais forte e o mais concreto veículo para divulgar esta iniciativa. Eles também são os potenciais beneficiários deste grande passo em frente rumo à unificação e da criação de um mundo que responde melhor às exigências do novo milénio, enquanto  gradualmente são quebradas barreiras sociais e ideológicas.

ART. 6

Renovado interesse cultural na economia vem como um resultado de mudança de percepção da moeda como um todo. Isto vem como sequência do debate aberto com a introdução do euro. Através deste projeto, os alunos, incluindo, desde as mais novos de idade, pode tornar-se familiarizado com as questões econômicas básicas. Estas últimas são cada vez mais importante em uma nova sociedade de bem estar generalizado.

ART. 7

Um Comitê Misto será selecionado. Irá incluir especialistas de uma ampla variedade de disciplinas. Todos serão livres para oferecer sua própria contribuição para o projeto. Este comitê  também irá formar o júri que escolhe as ideias mais interessantes, propostas e projetos exigidos por diferentes iniciativas em curso.

ART. 8

Haverá uma campanha de informação e apoio para coordenar grupos de trabalho, comissões e clubes, implementadas através de organizações, entidades e associações. Haverá um período de consideração para todas as contribuições relativas à expansão, comparação e desenvolvimento de: questões e problemas técnicos; otimização dos instrumentos e procedimentos legislativos; e cumprindo as obrigações da nova moeda.

ART. 9

Ensaios serão realizados em importantes eventos internacionais, visando a sensibilização, educação e promoção. Os testes com a “United Money” (notas e moedas) serão confiadas aos melhores profissionais e especialistas internacionais nos campos apropriados. O tempo será reservado para explorar questões avançadas de tecnologias de segurança e falsificações, que a futura moeda terá que manter sob controlo. Isso envolverá os  mais prestigiados e confiáveis organismos públicos e privados, incluindo as universidades e as empresas.

ART. 10

Será da responsabilidade dos futuros cidadãos do mundo e os governos o feito de colocar-lo em prática para tornar nosso projeto uma realidade. Este projeto é orientado por uma firme crença na unificação e de co-existência de diferentes povos. Destina-se a promover uma distribuição igualitária de cada vez mais os recursos do planeta e intelecto humano.

Roma e Bruxelas, 21 mar 1996 Rome and Brussels, March 21st 1996
Nova York, 12 jan. 2000. New York, January 12th 2000.
Milão, 17 fev 2009 Milan, February 17th 2009

Publicado em 22 de julho de 2009 :: Comentários: 0.
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Porque precisamos de Bancos Comunitários?

Há 10 anos atrás quando começou o Banco Palmas, a pergunta da vez era “Porque somos Pobres?” e como resposta mais simples a comunidade respondia “Somos pobres porque não temos dinheiro”.

E a metodologia dos Bancos Comunitários, criada pelo Banco Palmas, comprova que essa tese está completamente equivocada, já que toda comunidade é portadora de riquezas, considerando a riqueza como os talentos de cada pessoa em forma de produtos, serviços e saberes.

“E porque então nossas comunidades empobrecem?”

Porque tudo que nossas comunidades compram vem de fora da comunidade, principalmente de multi-nacionais que não consomem de nós.

E porque precisamos de Bancos Comunitários?

Mais do que prestar serviços bancários para as comunidades atendidas a função do Banco Comunitário é reorganizar a economia local, oferecendo por um lado microcrédito com juro baixo para que a comunidade possa voltar a produzir e por outro oferecendo empréstimos sem juro em moeda social para fortalecer o consumo local.

Por isso precisamos de Bancos Comunitários.

Para que cada uma de nossas comunidades tenham a possibilidade de reorganizem sua economia local, evitando que percam sua base monetária e evitando assim que nossas comunidades sigam empobrecendo.

Publicado em 22 de julho de 2009 :: Comentários: 0.
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Banco Palmas em Janeiro de 2009

Outro vídeo que mostra alguns comércios que aceitam a moeda social Palmas em Fortaleza, Estado do Ceará.

Publicado em 4 de julho de 2009 :: Comentários: 0.
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Democratização dos serviços bancários no Quênia

M-PESA

M-PESA, ( “M” de celular, e “PESA” corresponde a palavra Swahili para dinheiro), uma tecnologia que permite a transferência de dinheiro através de mensagens de texto no Quênia, na Tanzânia, no Afeganistão e na África Ocidental.

Considerando o fato que no Quênia, apenas um entre cinco quenianos tem acesso aos serviços bancários, o M-PESA aparece como uma iniciativa público-privada com o objetivo primário de testar a potencialidade da telefonia móvel na prestação de serviços financeiros para as pessoas de economias emergentes.

Em 2005, a Vodafone e a Safaricom, afiliada da Vodafone, no Quênia, conseguiram um financiamento do governo britânico através do “Financial Deepening Challenge Fund (FDCF)”  para tocar um projeto piloto e com o sucesso do piloto o aconteceu o  lançamento comercial, no Quênia, em Março de 2007 e já conta com mais de 5 milhões de usuários e o M-PESA, se tornou a maneira mais barata e mais segura de transferir dinheiro no Quênia, com muita popularidade entre a classe mais baixa e trabalhadores rurais.

O serviço permite que os clientes realizem transferência com limite de 450 dólares por dia e divulgaram uma movimentação de $ 4 milhões de dólares por dia.

O serviço é muito simples. A partir de um registro de informações básicas tais como a identidade nacional e a data de nascimento, o cliente ganha uma carteira virtual relacionada ao seu cartão SIM. Com a conta criada, o cliente pode dirigir-se a qualquer um dos mais de 1.200 quiosques habilitados a carregar dinheiro nessa carteira virtual dentro do cartão SIM. E depois de creditado é só utilizar enviando dinheiro para outros telefones celulares (até para clientes não registados), pagando contas, comprando “airtime” ou para fazer saques.

O serviço tem sido posicionado como um serviço de pagamentos ao invés de financeira, para garantir a sua regulação dada a importância das transferências na vida dos quenianos. O projeto prevê expansão do serviço, habilitando remessas internacionais que permitam que quenianos no Reino Unido possam enviar dinheiro para usuários do sistema M-PESA no Quênia.


Links relacionados:
Kenyan mobile money transfer service shows the way
Kenya’s poor embrace mobile bank
Safaricom’s M-PESA Service wins Global Award
икони

Publicado em 4 de julho de 2009 :: Comentários: 0.
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